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Anima - Sumicais

(Cód. Item 1582266397)

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“Aquilo a que chamamos rosa, com outro nome, teria o mesmo perfume encantador.” William Shakespeare Shakespeare toma o nome da rosa para exaltar a essência das coisas substantivas. O que há em um nome?, indaga Julieta. E o que há neste livro, senão aquilo que transcende a tessitura dos signos revelada na subjetividade sublime do traço concreto? Na cultura inaugural do Oriente, o traço é o princípio da consciência: um yang que se desdobra em yin na origem do céu e da terra e cultiva toda a realidade pulsante. Aqui, Rosa Cohen exerce a habilidade da captura do espírito, da essência que permeia um universo de significados. Seu instrumento é a arte fugaz do sumiê, que teve origem na dinastia Tang na China, antes de migrar para o Japão através dos discípulos de Sidarta Gautama. Seu ponto de partida é o exercício gestual que guarda o mesmo anseio milenar dos artistas atemporais, e nele Rosa traduz-se na expressão de sua própria existência, capaz de sequestrar do contraste entre tinta e papel o perfume das almas femininas que a todos habitam – anima é isso – espírito necessário que capta a relação fundamental entre a ‘origem do mundo’, conforme Courbet, e de tudo o que coloca o humano em marcha: um giro de 180 graus e a vulva volante torna-se homem. Eis a tessitura deste livro, que como semente espalha-se no campo dos Campos, onde a pá-lavra e faz florescer vinhas e espinhas. Na graça expressa, na dobra da espinha do ideograma mulher, a vulva livre voa no ápice, no cume de Cummings, talvez. No cair da folha (uma pétala da rosa) que dança no ar espalhando o panorama e o sabor do doce deleite do ver-leitura de todo o texto – tecido alquímico. É o ballet do signo que se transforma no ideograma ‘pessoa’ e finge a dor que deveras sente aquele que baila nos sertões e veredas d'alma de outros Rosas: Guimarães e Cohen, sussurrando assim uma semiose infinita. Ver-ler esta obra é quase um revelar ao contrário, um mergulho recôndito, descoberta íntima. Bandeira branca que apla
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