Ignácio de Loyola Brandão cria um universo ficcional a partir da composição da sua coletânea de cartas e convida o leitor a participar da narrativa como cúmplice e voyeur ao mesmo tempo. Nesta obra, as cartas funcionam como o veículo ilusório capaz de descrever o mundo de absurdos completamente desvinculados do universo real criado pelo autor.