Pular para conteúdo principal
Página inicial da Casas Bahia
Conteúdo principal
casasbahia.com.brLivrosCiências Humanas e SociaisSociologia

Ensaios sobre o Corpo: A Dominação Metabólica do Capital

(Cód. Item 1582140860)

Outros produtos Não Informado

Vendido por UMLIVRO e entregue por Casas Bahia

por R$ 71,90

ou em até 7x de R$ 11,11 com juros (1.99% a.m)

Carnê Digital

Parcele suas compras em até 24x no Carnê Digital.

Este livro reúne 19 capítulos curtos ensaios no sentido forte do termo que orbitam um mesmo núcleo teórico: a hipótese de que recolocar a organização corporal humana no centro da reflexão crítica opera uma virada epistemológica decisiva para compreender a vida social contemporânea. Não se trata, portanto, de mais um livro sobre o corpo, como objeto temático entre outros, mas de um esforço para tratá-lo como chave analítica, como campo de inteligibilidade a partir do qual se reordenam problemas clássicos e novos: trabalho, subjetividade, capital, neoliberalismo, vida reduzida, superexploração, libido, repressões sexuais reconfiguradas, captura da subjetividade, técnica, temporalidade, linguagem, reprodução social, trauma e morte e, atravessando tudo isso, a questão da emancipação social e da práxis política. A tese organizadora pode ser formulada assim: a modernidade capitalista não domina apenas pela propriedade, pela lei, pelo Estado, pela mercadoria ou pela ideologia; ela domina de modo cada vez mais íntimo e capilar pela gestão histórica do metabolismo social, isto é, pelo controle, pela modelagem e pela extração de potência a partir do corpo-mente do trabalho vivo. A dominação metabólica do capital nomeia esse movimento: uma forma de poder que age sobre o corpo não como um simples suporte biológico, mas como infraestrutura vivente do processo social onde produção, desejo, tempo, linguagem e sofrimento se articulam. Nesse sentido, a obra assume como ponto de partida uma recusa explícita da herança mais empobrecida do dualismo moderno. Para além de Descartes e das sedimentações culturais que naturalizaram a separação entre interior e exterior, mente e corpo, espírito e natureza o livro insiste que o humano é uma unidade contraditória: uma forma de vida em que necessidade e liberdade não se excluem, mas se tensionam; em que teleologia e causalidade não aparecem como esferas isoladas, mas como dimensões atravessadas pelo trabalho, pela técnica, pela
Marca: Não Informado