Em um mundo marcado por ruídos incessantes, pressa e bússolas que já não apontam para lugar algum, o livro convida o leitor a uma jornada de retorno ao essencial. Inspirado por figuras como São Pedro, Moisés, Viktor Frankl, Simone Weil e Byung-Chul H an, o autor percorre a travessia humana entre o vazio existencial e a delicada arte de escutar o invisível. A estrela Tramontana, guia milenar dos navegantes, ressurge aqui como metáfora de um eixo interior, uma luz firme que permanece mesmo nas n oites mais escuras da alma. A partir dessa imagem, o livro propõe uma espiritualidade não dogmática, mas profundamente enraizada no sentido, na presença e na reconexão com o Todo. Em páginas permeadas de poesia e reflexão filosófica, a obra ilumin a as perguntas mais antigas e urgentes da humanidade: “Para onde vou?” e, talvez ainda mais importante, “Com o que desejo me alinhar?”. Entre crises silenciosas, identidades líquidas e um cansaço existencial que a modernidade insiste em disfarçar, este livro oferece um norte possível (um farol discreto, porém constante) para quem sente que corre muito, mas não sabe mais por quê. “Entre estrelas e tempestades” é um convite a caminhar com menos ruído e mais consciência. A olhar para o alto. A reencontrar a própria Tramontana interior. A transformar o caos em caminho.