A inspiraç ã o mora no mar, a poesia vem com as ondas. E o poeta navega, procurando a si mesmo no horizonte. Um adolescente da cidade sai à procura de seu horizonte. Imagina-o no mar. E parte à procura de si mesmo. No pequen o barco, quatro homens jogam as redes no mar incerto e profundo. Trê s sã o pescadores profissionais. O quarto é Pepê , que joga a rede dos seus sonhos, da poesia do seu coraç ã o. E o garoto poeta navega, navega se mpre, pescador de si. Mas onde fica o horizonte?