Este livro investiga a imprensa alternativa produzida por mulheres lésbicas e do movimento negro no Brasil nos anos 1980, analisando como os jornais, Chanacomchana (1981-1987) e Nzinga Informativo (1985-1989), se tornaram espaços de resistência dentro do próprio movimento feminista. Através da metodologia da Cartografia Sentimental e de entrevistas em profundidade, a obra revela as contribuições dos chamados feminismos subalternizados para o feminismo decolonial, destacando o papel da escrita na construção de identidades e na redefinição das relações de poder. Marca: Não Informado