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Neste pequeno ensaio, Nilo Batista se debruça sobre um crime ocorrido em 1949, em Caxias, cujo último julgamento se deu dois anos depois em Niterói. O caso Olga Sueli Dantas teve a participação de advogados brilhantes, bastando citar Romeiro Neto e Evandro Lins e Silva. A partir dos debates – parcialmente preservados – o Autor se detém sobre cinco questões, a saber: a chegada tardia do modernismo à oratória forense, patriarcalismo e homofobia, coação moral irresistível social, o aresto do STF que deixou indefeso o bem jurídico honra e mentalidades punitivistas comparadas.