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Livro - Guerra Mundial Z: uma História Oral da Guerra dos Zumbis - Max Brooks

(Cód. Item 2170986)

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Conheça o livro Guerra Mundial Z: uma História Oral da Guerra dos Zumbis Uma narrativa impressionante para mostrar um mundo apocalíptico

Cerca de 10 anos após o conflito com os zumbis se dar por encerrado, o narrador de Guerra Mundial Z dá conta de mostrar o que se passou nesse período. Ele integra a comissão da ONU dedicada a elaborar um relatório sobre o ocorrido e, por meio de notas pessoais e entrevistas, nos apresenta a um mundo devastado. Um mundo em que as sociedades organizadas e governos atuais sucumbiram diante do apocalipse. Do mesmo modo, atos extremos de heroísmo tornaram-se frequentes e posturas de mesquinhez e egoísmo direcionaram muitas das ações humanas. Mais do que divertido, o livro é uma verdadeira crítica social e promove a reflexão sobre muitos temas de hoje. Personagens marcantes na cultura pop atual, os zumbis raramente foram retratados com tamanho realismo e de forma tão profunda.

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Para refletir Temas muito atuais

Mais do que divertir, Guerra Mundial Z ainda consegue executar uma precisa crítica social a temas atuais. Episódios como a invasão norte-americana ao Iraque em 2003, a construção e o impacto ambiental de obras como a da represa de Três Gargantas na China e o tráfico internacional de órgãos são abordados com realismo.

Já possui filme
Protagonizado por Brad Pitt

Com o sucesso de Guerra Mundial Z, a adaptação para os cinemas foi apenas uma questão de tempo. Protagonizado por Brad Pitt, o filme estreia em 2013.

Ótimo acabamento
Edição de qualidade

Além do acabamento em brochura e formato médio, a obra se destaca pela edição sofisticada. Ele atende aos padrões ISBN, o que agiliza a catalogação em bibliotecas.

O autor Max Brooks
Nome de peso

O autor de Guerra Mundial Z, Max Brooks, já é um célebre nome no gênero de ficção. Responsável pelo bem-sucedido O Guia de Sobrevivência aos Zumbis, o americano já possui muitos fãs.

Narrativa realista Trama impressionante

Narrada por meio de notas pessoais e entrevistas feitas pelo personagem principal, que é integrante de uma comissão especializada da ONU, a trama do livro é muito realista. Dessa forma, fica muito fácil imaginar a imensa destruição causada pelos conflitos com os zumbis.

Com Guerra Mundial Z, o norte-americano Max Brooks faz uma paródia dos guias de sobrevivência convencionais e expõe a paranoia coletiva que tomou conta do mundo, em especial dos Estados Unidos, na era Bush. No livro, que dá continuidade ao bem-sucedido O guia de sobrevivência aos zumbis, o autor adota um tom científico nas pretensas entrevistas que conduziu com os sobreviventes do ataque que quase extinguiu a humanidade.



O narrador de Brooks é um integrante da comissão da ONU encarregado de elaborar o relatório sobre o assustador conflito que quase aniquilou o planeta. Da identificação do paciente zero, contaminado nas ruínas de Dachang, na China, até Mary Jô Miller, a arquiteta de elite que pode pagar para se proteger, passando pelo depoimento de um soldado da infantaria que lutou no conflito, nada escapa à verve do autor.



Irônico, Brooks destaca ainda o quanto os homens são ingênuos em achar que podem se defender de pragas e criaturas alienígenas. Governos corruptos e com interesses eleitoreiros podem destruir qualquer Departamento de Defesa, ou conduzi-lo para o front errado. O autor mostra ainda como as sociedades desmoronaram e foram forçadas a se reorganizar após o colapso das instituições que as mantinham, levando as pessoas a atos extremos de heroísmo e altruísmo, bem como de egoísmo e mesquinhez.



Além de recorrer ao fantástico para traçar um painel das reações humanas diante de crises e tragédias inexplicáveis, Brooks tece comentários ácidos sobre temas diversos como o autoritarismo na China e na União Soviética; a falsificação de relatórios de inteligência por parte do governo dos Estados Unidos para justificar a invasão ao Iraque em 2003; o impacto social e ambiental de grandes empreendimentos como a represa de Três Gargantas, na China; a opressão imposta por regimes fundamentalistas, como o talibã no Afeganistão e o tráfico internacional de órgãos, envolvendo países como o Brasil.