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casasbahia.com.brLivrosLiteratura NacionalContos, Crônicas e Ensaios

Livro - Melhores Contos - Artur Azevedo - Artur Azevedo

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Artur Azevedo morreu em 1908. Agonizava, quando uma pequena multidão de curiosos formou-se diante de sua casa, querendo saber o estado de saúde do escritor. Logo a morte sobreveio, comovendo os presentes, a cidade, o país. Neste momento, podia-se aplicar a ele os versos que alguns anos antes, nas mesmas circunstâncias, dedicara a Paula Ney: "pela primeira vez o espírito perdeste, e fizeste chorar pela primeira vez".

Durante mais de 35 anos, o escritor jovial e buliçoso, malicioso mas sem ressentimentos ou maldade, distribuíra alegria e bom humor, fazendo o brasileiro rir de suas próprias fragilidades e ridículos.

Homem de teatro, foi no palco que Artur obteve os maiores triunfos. As suas peças, disputadas por atores e empresários, eram certeza de sucesso e bons lucros. Sua vocação teatral era tão forte que se impunha a tudo que escrevia.

"Quando repensava o mundo, já o fazia de maneira dramática", observa Antonio Martins de Araújo, no prefácio aos Melhores Contos Artur Azevedo.

As suas crônicas e os seus contos trazem a marca do homem de teatro, pela fixação da cena, apresentação dos personagens, diálogos. Como contista, Artur foi o mais popular de sua época, fixando, sem preocupações de psicologia, os aspectos grotescos ou apenas cômicos da pequena burguesia carioca, em um Rio de Janeiro amável, sem violência, onde todas as novidades eram filtradas através da maledicência da rua do Ouvidor. Um Rio de Janeiro em que as repartições encerravam o expediente às três horas da tarde, deixando os escritores, muitos deles funcionários públicos (como Machado de Assis e o próprio Artur) disponíveis para o bate-papo descontraído na livraria ou na confeitaria.

Hoje, cem anos após a morte do escritor, os seus contos mantêm a mesma vivacidade e a mesma graça marota que fez as delícias de seus contemporâneos. É ler, comprovar e se regalar.


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