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A partir de um amplo acervo bibliográfico, as hipóteses de Foucault quanto aos modos de funcionamento da Sociedade de Soberania, da Sociedade Disciplinar e da Sociedade de Segurança nos possibilitaram localizar na história brasileira a implantação de diferentes dispositivos descontínuos de atenção assistencial, visando governar diversos segmentos sociais, incluindo crianças e adolescentes pobres. Houve uma lenta institucionalização das práticas caritativas protetivas informais e pouco sistemáticas, que funcionaram com possibilidades de vigilância e de controle dos pobres; a emergência de práticas médicas filantrópicas e higienistas que operaram como formas de institucionalização soberana, jurídica, repressiva e punitiva; e, ao mesmo tempo, disciplinar normalizadora, promovendo a internação em estabelecimentos assistenciais fechados. Estão em curso processos de desinstitucionalização das práticas de reclusão disciplinares, instituindo um governo da infância e da adolescência por meio de práticas de atenção assistencial em liberdade no território. Tais processos de segurança incluem novos perigos, que exigem estratégias de resistência produtiva e de subversão. Marca: Não Informado