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Pai Contra Mãe - As Origens Perdidas De Luiz Gama

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Afinal, quem foi o pai de Luiz Gama? Bruno Rodrigues de Lima responde a uma das antigas perguntas da historiografia do maior jurista do Brasil, com base no cruzamento de fontes primárias com a autobiografia e outros escritos do abolicionista. Da infância de Gama, sabia-se até agora muito pouco. Este livro revela onde ele nasceu, quando recebeu o batismo, qual é o nome do pai preciosidades que estão se tornando acessíveis aos especialistas após dois séculos. E apresenta esse pai que esbanjou até o que não era seu: a renda destinada à educação do filho e um conjunto de casas que cabia a Gama. Endividado, o pai foi capaz de atos impensáveis contra Luiza Mahin antes de cometer o crime dos crimes: escravizar e vender o filho declarado livre na pia batismal. Depois de separar mãe e filho e de preparar a venda dele para a máquina da escravidão, o homem não podia saber que do mal extremo também nasce o bem. Gama, esculpido na dureza, educado na pedra, renasceria como o maior abolicionista do Brasil. Mas no fundo o pai é o de menos na autobiografia de Luiz Gama e também nesta obra que traz à luz suas origens perdidas. O que importa é fazer os leitores enxergarem o processo coletivo de escravização cotidiano no Brasil. Pois o que Lima faz é oferecer uma chave inovadora para reler as origens de Gama, refazer o fio de sua visão sobre a escravidão e mapear as consequências da sua infância para o Brasil de hoje. Este livro surge com o propósito de fazer do discurso historiográfico uma intervenção política: que a obra sirva como prova material para que o sobrado onde Gama nasceu e viveu, vendido pelo pai, retorne para os brasileiros como patrimônio histórico como a nossa herança que escravista nenhum tem o direito de torrar.