Pular para conteúdo principal
Página inicial da Casas Bahia
Conteúdo principal
casasbahia.com.brLivrosLiteratura NacionalPoesia

Livro - Sentimento do Mundo - Edição de Bolso

(Cód. Item 849263)

Outros produtos Editora Companhia de Bolso

Infelizmente não temos estoque do produto que você está procurando no momento.

Avise-me quando chegar

Também desejo receber emails de promoções e lançamentos

Você será avisado quando este produto ficar disponível!

Escritor Carlos Drummond de Andrade

A vida do grande autor Drummond Um dos mais conhecidos e admirados escritores brasileiros!

Este poeta e cronista nasceu em Minas Gerais, na cidade de Itabira, em 1902. Estudou em Belo Horizonte e em Nova Friburgo, se formou em farmárcia, mas foi escrevendo que se realizou. Sua primeira obra poética publicada foi ''Algumas Poesias”, em 1930, e não parou mais, muitos de seus livros foram traduzidos para outras linguas.

Em suas obras você consegue acompanhar a evolução dos acontecimentos, suas poesias revelam os problemas do mundo, durante a Segunda Guerra. Ele soube analisar o homem moderno e seus sentimentos, e o seu modo de escrever sobre o assunto variava entre a sensibilidade e a ironia.

Nas telinhas Drummond já foi interpretado por Carlos Gregório e Pedro Lito no filme ''Poeta de Sete Faces'', em 2002, e por Ivan Fernandes na minissérie ''JK '', em 2006.

''Sentimento do Mundo'' Um livro de bolso de Carlos Drummond de Andrade

Alguns poemas do livro “O Sentimento do Mundo” falam do Brasil dos anos 40, quando o país vivenciava a ditadura de Getúlio Vargas, e também da Segunda Guerra Mundial, Drummond sempre ficava atento aos acontecimentos políticos daquela época, lamentava que a população permitisse tanta violência sem fazer nada.

Em outros, Carlos Drummond de Andrade aborda temas pessoais, como em “Revelação do Subúrbio”, neste poema ele revive momentos passados em Minas Gerais. Mas esta visão pouco otimista do mundo, não impede de ser delicado e lírico em determinados momentos.

E mais, ele faz uma homenagem ao grande escritor Manuel Bandeira, que era seu amigo particular, e aproveita para elogiar e fazer uma reflexão sobre o fazer poético.

Leia também os livros abaixo da Companhia das Letras, que formou um conselho consultivo para selecionarem os títulos que fazem parte da Coleção ''Carlos Drummond de Andrade'', e também para escolherem os nomes mais brilhantes de uma nova geração de estudiosos do poeta, para produzirem os posfácios.

Livro Sentimento do Mundo - Edição de Bolso
Livro A Rosa do Povo, da coleção Carlos Drummond de Andrade

''A Rosa do Povo''

Um livro que foi escrito durante os anos da Segunda Guerra Mundial e ditadura de Vargas no Brasil, e você pode notar que o autor manifesta a sua opinião com relação ao que acontecia naquela época.

Livro Contos de Aprendiz, da coleção Carlos Drummond de Andrade

''Contos de Aprendiz''

Neste livro estão reunidos 15 histórias, que foram escritas de forma emocionante , divertida e usando a “tinta da melancolia”, que fala do Brasil logo que começou a usufruir dos confortos da modernidade.

Livro Claro Enigma, da coleção Carlos Drummond de Andrade

''Claro Enigma''

Os poemas que fazem parte deste livro apresentam um Drummond mais 'clássico', que procurar equilibrar o passado e o presente. Fala da brevidade da vida, da memória e do amor através de poemas profundos e metafísicos.

Livro Fala, Amendoeria, da coleção Carlos Drummond de Andrade

''Fala, Amendoeira''

O autor escreve com delicadeza e inteligência temas relacionados ao cinema, a cidade do Rio de Janeiro, da política do país e dos afetos, sempre retratando o Brasil de seu tempo, são 44 crônicas originalmente publicadas no jornal ‘’Correio da Manhã’’.

Leitura obrigatória da Fuvest-2013, Sentimento do mundo mostra o poeta mineiro atento aos acontecimentos políticos de sua época. “Tenho apenas duas mãos/ e o sentimento do mundo”, escreve ele nos célebres versos que abrem este volume. “O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,/ a vida presente”, acrescenta, em “Mãos dadas”.

Esse Drummond humanista lamenta que as pessoas mantenham olhos cerrados para o mundo, a ponto de permitir a violência - a Segunda Guerra Mundial e a ditadura getulista - e de trocar a compaixão pelo egoísmo de quem vive fechado em si mesmo ou em um “terraço mediocremente confortável” (“Privilégio do mar”).

Tal responsabilidade coletiva se dá inclusive nos poemas em que o autor aborda temas mais pessoais, como “Revelação do subúrbio”, no qual um retorno a Minas Gerais o desperta para a tristeza da noite vista pela janela do carro. A investigação do passado aparece também em “Confidência do itabirano”: é da cidade natal que o escritor afirma ter herdado o “hábito de sofrer, que tanto me diverte”.

A visão de mundo sombria e pouco otimista não o impede de ser lírico nos delicados “Menino chorando na noite” e “Noturno à janela do apartamento”. E ainda sobra tempo para Drummond homenagear o amigo Manuel Bandeira, num “apelo de um homem humilde” que funciona ainda como um elogio e uma reflexão sobre o fazer poético.