Não há cultura sem sincretismo! Portanto, este é um dos caminhos para iniciar a compreensão das culturas de matrizes africanas, como a Umbanda. É neste território, onde o imponderável se circunscreve de tal modo, que o autor desvela suas inspirações, inquietações, dúvidas e respostas temporárias referentes às relações estabelecidas entre a Umbanda e os impactos de seus atravessamentos culturais, sociais e religiosos. Numa busca intrépida, o autor escava o terreno histórico do sincretismo, desvelando suas raízes e mecanismos de reprodução nos dias atuais. Através de diálogos vivos, o livro transcende as superficiais equiparações de santos católicos a orixás, mergulhando nas nuances do sincretismo enquanto fenômeno em constante evolução. Esta obra é um convite para compreender o sincretismo não apenas como um fenômeno religioso, mas como uma força dinâmica capaz de nascer, crescer, se desenvolver e se reinventar diante das transformações da sociedade. Ao virar cada página, somos convidados a explorar o mosaico multifacetado dos terreiros espalhados Brasil afora, onde o sincretismo se revela não apenas como um tema de pesquisa, mas como uma vivência que atravessa identidades, memórias e a existência do povo negro dos terreiros. Marca: Não Informado